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  • Foto do escritor: maitedaryfotografia
    maitedaryfotografia
  • 21 de mar.
  • 2 min de leitura

Ao longo dos meus 12 anos como professora de espanhol, aprendi que a melhor forma de ensinar não é simplesmente transmitir informações, mas despertar curiosidade, inspirar reflexão e proporcionar vivências que marcam. Quando decidi seguir a fotografia como carreira, percebi que esse mesmo princípio se aplicava à arte de capturar imagens. Embora os métodos sejam diferentes, a essência de educar por meio da experiência permanece a mesma.

A fotografia tem um poder imenso de ensinar, de mostrar e de transformar. Muitas vezes, as palavras não conseguem alcançar a profundidade de uma imagem. Um olhar, uma expressão, um gesto, tudo isso comunica mais do que uma longa explicação poderia.

No meu trabalho, procuro sempre contar histórias por meio das imagens. Mas, mais do que isso, vejo cada clique como uma oportunidade de ensinar algo sobre a pessoa que está sendo fotografada e sobre o mundo que ela habita. Cada foto tem o potencial de revelar uma lição, seja sobre a beleza escondida no cotidiano, sobre o poder do olhar atento ou sobre a força emocional que reside em momentos simples.

A fotografia, assim como a educação, é uma forma de empoderamento. Ela dá voz a quem nunca foi ouvido e espaço para que cada história se revele. Como fotógrafa, vejo meu papel não apenas como alguém que captura momentos, mas como uma contadora de histórias, uma educadora que busca ensinar a quem observa as imagens a olhar para o mundo com novos olhos.

Hoje, quando olho para as fotos que capturei, vejo mais do que rostos e paisagens. Vejo lições sobre a vida, sobre a arte de ver, sobre como podemos, a qualquer momento, aprender algo novo com o que está ao nosso redor. A fotografia é uma forma de educação visual, onde cada imagem ensina, cada história contada ilumina e cada olhar é um convite a aprender a ver com mais profundidade.

 
 
 
  • Foto do escritor: maitedaryfotografia
    maitedaryfotografia
  • 19 de mar.
  • 2 min de leitura

Há um momento em toda sessão fotográfica que transcende a técnica, a luz e o enquadramento. É quando, por trás de um sorriso ou de um olhar, a essência da pessoa surge, quase como se pedisse para ser capturada.

Sempre acreditei que a fotografia é muito mais do que registrar a aparência de alguém. É sobre revelar o que está além da superfície: as emoções, os sonhos, as lutas e as histórias que cada um carrega consigo. Mas chegar a esse nível de profundidade exige mais do que uma boa câmera. Exige conexão.

Fotografar alguém é como abrir um diálogo silencioso. Antes mesmo de a câmera ser levantada, é preciso criar um ambiente onde a pessoa se sinta segura para ser quem ela realmente é. Não é apenas sobre posar ou seguir instruções. É sobre confiança. Para capturar a alma de alguém, primeiro é preciso vê-la.

O que mais me encanta nesse processo é a autenticidade. Capturar a alma de alguém não significa mostrar apenas o lado “bonito” ou perfeito, mas toda a sua complexidade. Aquele olhar que guarda uma história, aquele sorriso que carrega dor e superação, aquela expressão de quem está, finalmente, em paz consigo mesmo.

É por isso que acredito que a fotografia é uma forma de arte profundamente humana. Ela exige que nos conectemos com o outro, que vejamos além do óbvio. Cada vez que fotografo alguém, sinto que estou registrando algo único, algo que pertence exclusivamente àquela pessoa.

Quando olho para as fotos que mais me marcaram, percebo que todas têm algo em comum: nelas, a alma da pessoa está presente, viva, pulsando. É isso que dá sentido ao meu trabalho e à minha busca constante por histórias que iluminam.

 
 
 
  • Foto do escritor: maitedaryfotografia
    maitedaryfotografia
  • 17 de mar.
  • 1 min de leitura

A fotografia é uma arte que conecta mundos. A cada nova sessão, conheço pessoas diferentes, com vivências únicas e histórias que carregam marcas do tempo, do amor, das perdas e das conquistas. Por trás de cada rosto que surge diante da minha lente, há um universo que se revela em gestos, olhares e sorrisos.

O fotógrafo é, antes de tudo, um ouvinte atento. Nem sempre com palavras, mas com o olhar. Cada cliente que fotografo traz consigo uma bagagem, uma história que merece ser honrada. Minha câmera é apenas a ferramenta que registra aquilo que os olhos e o coração conseguem perceber.

Há também as histórias que não são ditas. O silêncio de um olhar distante, o riso guardado que surge espontaneamente, o toque delicado de uma mãe segurando o bebê. Cada pequeno detalhe é um pedaço da narrativa que compõe aquele momento único.

Fotografar é um exercício de empatia. Antes de cada clique, procuro enxergar a pessoa além da pose, além do sorriso ensaiado. Tento capturar o que ela traz de mais autêntico: sua história.

Com o tempo, percebi que muitas das histórias que fotografo acabam se misturando às minhas. Cada cliente me ensina algo, me faz refletir sobre minha própria trajetória. Eu me tornei fotógrafa porque amo contar histórias, mas, no fim, também sou transformada por elas.

Ao olhar para uma foto, muitas vezes só vemos a superfície: uma pessoa, uma pose, um cenário. Mas, para quem está por trás da lente, cada clique é como virar uma página em branco e escrever, com luz e sombra, as memórias que o tempo não pode apagar.

 
 
 

Estúdio fotográfico localizado no Centro Empresarial Guerra Rodrigues, Rua Rita Cerqueira, número 33, sala 303 - Centro Três Rios - RJ

Tel: (24) 988082660

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